Crise

Aqui no Japao, o cotidiano da crise e' um saco: diminuicao de pedidos e de entrega, consequentemente de servico e evidentemente, corte no staff.
De um lado, os cortaveis entrincheirados atirando pedras e blasfemias aos poderosos executores. De outro, os carrascos executores, sem fleuma, arrogantes, com o olhar de agradecam-por-ainda-estarem-aqui.
Eu, enfiado em minha rasa trincheira, espero o tiro misericordioso que me faca respirar, ainda que morto, porem, liberto dessa saraivada de balas inuteis entre capitalistas podres e socialistas de ocasiao.
Ate esse dia, bato meu cartao e engulo o pao amargo da hipocrisia mutua.

4 comentários:

Patricia Daltro disse...

Eu, que ando acompanhando essa crise meio de longe, aqui no Brasil, ao que me parece, em alguns setores, ela ainda não entrou de sola, parece apenas cavar terreno, fico imaginando o que é estar no olho do furacão, e, com certeza, deve ser angustiante. Força por ai!

Anônimo disse...

Só leio dois blogs. O Estrovenga e o Bo-Bos no Paraíso (http://hmilen.wordpress.com/). O Bo-Bos, sem nenhum favor, é do meu filho. O Estrovenga, bem, por inacreditável que pareça, fui cumprimentado com um aperto de mão pelo imperador Akihito e pela imperatriz Michiko, quando eu era criança. Mas é pq o Estrô tb é bão mes.

Abel disse...

O comentário acima foi como de anônimo pq naum consegui publicá-lo sob o meu nome: Abel de Carvalho Filho

sticker disse...

chouman
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kelp2486