TOP4 - Filmes reassistidos e introdução ao tema

Resolvi abrir outro espaço nos escaninhos do Estrovengas, os do TOP 4. Podia ser 5, mas

quatro é perfeito. Cinco nunca foi um bom número. Cinco é péssimo para irmos a um restaurante, por exemplo, três conversam de um lado e dois guardam segredos.
Rachar a conta é uma missão. Nunca alguém está com a moeda que faz a diferença.

Tente rachar uma pizza em cinco. Ok, duas pizzas.

Cinco não ficam satisfeitos dentro de um fusca. Nem mesmo de um Gol. Nem mesmo numa viagem de ônibus.

Não existem 5 cavaleiros do Apocalipse. O Led Zeppelin tinha quatro caras. O Black Sabbath também. O Deep Purple que sempre foi um quinteto, é um saco. Não me digam que os Rolling Stones têm cinco porque o Mick Jagger não vale por um, vale por dois e como é o cérebro que indica se a pessoa está viva ou morta, o Keith Richards não conta. Até mesmo Os Três Mosqueteiros são quatro.

Coisas boas com cinco: os dedos das mãos e pés. Miles Davis Quintet. As vogais. A primeira e a segunda formação do The Yardbirds. As cinco faixas do disco Kind of Blues do Miles Davis. Os cinco sentidos. Os cinco buracos da cara. Quatro rodas no chão e uma na mão. A Família Santos, de Nakatajima.

O TOP4 que estou publicando é pessoal, não serve como referência para nada. Nem é pontual, conceitual, não existem medalhas ou méritos.

O primeiro TOP4 é dos melhores filmes reassistidos neste mês:

1. RAINHA - Stephen Frears
2. A VILA - M. Night Shyamalan
3. NOITES DE CABIRIA - Federico Fellini
4. AMARELO MANGA - Cláudio Assis

Mas se eu tivesse assistido a trilogia Godfather, Matrix ou Bourne, o TOP4 seria de três.

Um comentário:

LuMa disse...

A propósito, vc já reparou que os jogos de louças japoneses são sempre cinco? Serão para famílias com avôs, um filho e os pais, suponho.

Ah, desolata Nei, mas o zombie Keith Richard vale por dois. É um vivo-morto e morto-vivo.