Yakult, madrepérola e jazz

Com a crise financeira do ano morto que está passando, tem aumentado o numero de vendedores porta-a-porta aqui no Japão.
Já havia a turma dos Testemunhas de Jeová japoneses.
E não adianta dizer que es brazuca, meu rei, pois eles têm a revistinha em português pré-reforma. Eu digo não quero e dou um sorriso de Buda, dando um tom ecumênico a essa curta relação.
Ou é prereforma?

No Brasil havia as tiazinhas do Yakult. Aqui, até alguns anos, também. Mas sumiram como somem os colares de verão e as memórias.

Outro dia caiu um panfleto na minha caixa de correios e era sobre um detetive particular very secret que estava dando um desconto de 50% só para aquele mês.

Imaginei o Ultra Seven fazendo conta para pagar o aluguel do escritório esfumaçado, noir, e entra a Lauren Bacall segurando uma longa piteira de madrepérola, enfim...

Ainda nas películas, falam em Marilyn Monroe ou Sharon Stone ou Kim Bassinger ou Nicole Kidman.
Louraça belzebu foi a Lauren Bacall por causa daquele olhar devorador e porque era em preto e branco. Ok, ela era meio ruiva, mas era em preto e branco.

Ainda nas louraças, ontem reassisti “Quem Vai Ficar com Mary?”, dez anos depois. Bom, sempre é bom.

Ainda nas relíquias, comprei um Box do Thelonious Monk e deixei ao acaso para depois. E depois é agora.
Monk, cara, Monk pra caray.

To devendo um texto pra Fla e Glad. Até quando, deuses e gnomos dos parágrafos?

2 comentários:

LuMa disse...

Que pena o sumiço das senhoras do Yakult... Pra mim, elas eram a reminiscência do Japão mais humano, a imagem idílica de província, do contato direto, sabe como... Será que tô envelhecendo?

SÃO PAULO URGENTE disse...

OLha aí, esse é do São Paulo Urgente pra ti (postaram ontem...)

"Marco Aurelio Mantovane disse...

Cade ascronica...Nei Pô!!!
27 de Setembro de 2009 17:19"

Bjs,

Flaviana