Os olhos de Fellini


Este filme é um poema.

Ganhou o Oscar de Filme Estrangeiro em 1954.
Da fase neo-realista de Federico, ontem assisti pela primeira vez e já é um dos meus favoritos, junto com “Noites de Cabiria” (1957).
De tabela, tem Anthony Quinn poderoso e magnífico, sempre.
A trilha sonora é assinada por Nino Rota. O tema que Gelsomina toca no trompete tem aquele frescor infantil que sempre acompanha a partitura do maestro.

Apesar de ser parecida com Fernanda Montenegro, amo Giulietta Masina como amo Marilia Pêra.

2 comentários:

LuMa disse...

Cê acredita que ainda não ví Noites de Cabiria? (tapando a cara de vergonha,rs...) Pois é, Giulietta sem Fellini é como Jorge Amado sem a Bahia...

TARCIO VIU ASSIM disse...

De Fellini só vi 3 filmes até hoje, não por falta de interesse. Vi Satiricon, Casanova e La Nave Va. Tive que envelhecer, amadurecer e desemburrecer para gostar de Fellini. Quando vi pela primeira vez não entendi necas nem tive paciência de ir até o final. Tava todo bitolado pelos vídeos americanos... lá se vão uns 15 anos. Hoje acho que já revi La Nave Va umas 6 vezes, babando...