Tinha um violinista no telhado – agora tem um percussionista

Hoje passou um taifu (tufão) a 55 km/h cujo olho esteve sobre a minha cabeça as quatro da manhã.
Acordei com a gritaria da orgia do vento, desci, tomei um chá e liguei a tv pra ver o movimento do bicho pelos olhos do satélite, imenso, poderoso, um show do James Brown. Depois voltei a dormir.

Acho que estou trinta centímetros pra lá. Ou pra cá. Se alguém tinha algum pincher no quintal, ele acaba de pousar na Coréia.

Essa historia de dar nome aos furacões e tufões. Os nomes são escolhidos por ordem alfabética que reiniciam no começo do ano. Dar nome aleatório não tem graça.
Eu acho que ha muitos artistas que são uma força da natureza numa cena de cinema, num palco, num banquinho e violão.

Hoje foi o James Brown. Mas já vi o Al Pacino de Michael Corleone e o Selton Mello cheirando o ralo. Muitas Meryl Streeps e Marilias Pêras. Jorges Luis Borges e Benjor.

2 comentários:

josue mendonca disse...

ainda bem que na bahia não rola essas coisas..

bons ventos!

LuMa disse...

Repetindo o amigo de cima, aquí tbém tem disso não.

Acabei de dar uma olhada na Folha e descubro que não havia só um percussionista no seu telhado. Todo o Olodum estava aí. Leio tbém que Melor significa jasmim em malaio. (Espero que o saldo aí na sua casa seja zero, que não tenha quebrado nenhum vazinho). Beijos.