Mondocani e as Fofocas

Mondocani olha ao redor e tem esse bando de reaça explorando as esposas que trabalham nas fábricas sustentando gravidez indesejada, geladeira cheia, surfe de marido folgado no inverno primavera verão outono todo dia toda hora, creche para o fruto indesejado (mas amado) e todas as butiques vibe brasileiras no Japão com artigos mequetrefes oriundos dos overloques coreanos exploradores de bolivianos nas oficinas sem dia e noite do Brás, em São Paulo.
A maioria das mulheres brasileiras exploradas tem menos de 30 e já tem filhos com quase 10 anos. Ficaram grávidas na avidez do aqui agora dentro do meu carro, amor.
A maioria de todos eles e elas não usam camisinha ou qualquer tipo de proteção porque acham que são imortais e como nikkei só transa com nikkei (lenda urbana) não se transmite DST de branco ou negro.
A lenda é tão urbana porque muitos são filhos mestiços com sobrenomes Gonçalves, Silva ou Tamura ou tudo junto.
Mondocani olha ao redor e vê empregos aparecendo nos jornais, na mídia, no boca a boca e toda essa historia de surfistas felizes com suas escravas exaustas e sem amor próprio à altura de fazer algo por si.

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