Francisco Ciência do Ipiranga - Made in Japan

Hoje emprestei esse disco prum japonês que curte sons, muitos sons. Ele também é luthier.

Mas de Brasil, só bossa nova. Na verdade, Jobim.

Amanha é Sete de Setembro e terei a resposta sobre isso tudo.

O fato de a resposta auditiva vir num dia tão importante para a historia do Brasil pode ter graves conseqüências.

Ele pode odiar. Adorar. Não entender nada. Ignorar. Achar que tudo não passa de mera mestiçagem sonora e que é fácil achar coisas assim até em cajun underground dos pretos macumbeiros de New Orleans.

Eu acho esse disco muito importante e muito bom pra ficar apenas nas nossas fronteiras, nas nossas fuças da ultima flor do lácio. Por isso emprestei.

Quero que todos digam samambaia sem sotaque.

“Baixa Mario de Andrade, baixa. Pode baixar que hoje seu cavalo sou eu”.

2 comentários:

fernando disse...

A estrovenga girô...
Discaço!!!

Bem disse...

E aí, seu coleguinha gostou? Eu tinha preconceito, achava que era coisa de paulistano "muderno", já que "todo mundo" falava bem, logo devia ser uma empulhação. Um dia ganhei de amigo oculto e mordi minha língua. Ainda bem que certas dores despertam os sentidos, não é mesmo?