Drogas

Já disse mais de uma vez que os caras da indústria farmacêutica deveriam criar uma droga para nos fazer enxergar em preto e branco por um par de horas.

Um filme, o tempo de um filme. Uma festa, um passeio, uma caminhada pela Barão de Itapetininga, um culto protestante com um daqueles pastores que o Borat curte.

Um jantar.

Acho que o mundo ia ficar mais romântico. E isso ia contribuir para a indústria de flores de adorno e carinho. Tulipas.

Sim, um ligeiro contracenso, flores em preto e branco. Mas

não há contra-indicação para doses diárias de romantismo noir.

Daubailó foi feito em preto e branco. O primeiro King Kong também.
E ambos nos contam histórias do amor incondicional à liberdade.

Não, as cores não são uma prisão. Mas o preto e branco é uma opção.

2 comentários:

Diva L. disse...

A sesibilidade para distinguir e reproduzir os tons.
Preto é preto.
Cinza é cinza.
Branco...é branco.

Sem meios termos,
Sem meia luz,
Sem subterfúgios.

O que é, simplesmente e
duramente, é!

Isso nos leva a essência,
a totalidade. Isso é, sem dúvida,
uma opção.

Quanto a "criar uma droga para nos fazer enxergar em preto e branco por um par de horas", acredito que tudo podemos, basta soltar as asas e viver...ou não!

Bjo grande e abraço na alma.

Diva L.
//salto15vermelho.blogspot.com

...iris... disse...

vide Um Antropólogo em marte. capítulo sobre o pintos de 65 anos que, após acidente, passou a ver em preto e branco