Sonhos, uma oitava acima

Acabei de sonhar com um amigo. Foi muito intenso, vivo.
Sonhei que ele era o Itamar Assumpção e que ainda morava na Penha.
Um Itamar com uma toquinha com cores jamaicanas, óculos redondos e barba branca, vegetariano.
Sonhei com uma cadeira de balanço, um prato de leite com sucrilhos, a tv ligada, uma varanda com cadeiras coloridas. A sala imensa.
Fomos de Ford Corcel branco, eu, um professor de história, um pintor galego e uma cantora.
Ela chorou depois que ele lembrou de uma gig num bar chamado La Signora. Tentou tocar no piano, não lembrou, mas assoviou o mesmo tema, a mesma improvisação.
Ah, como eu queria saber escrever uma partitura agora.

Um comentário:

Tatíssima Martinelli disse...

ela acaba de chorar agora... obrigada Nei, sempre.