Ares

Uma poesia com ares de Bandeira.
As descrições minuciosas do pernambucano sobre as coisas do amor e fraternidade.
Uma poesia que fixe residência numa gota de chuva
e se esparrame pela cidade por todos
todos os poros, guarda-chuvas e Ipods.
Um dia inteiro de poesia no ar e nos mistérios entre os respirares.
Ares que carregam seus odores e que carregam a saudade para explicar para todos que estamos muito longe, mas sempre por perto.
Essa imagem é de Elomar, não é minha.
Nem dele, é anterior.
E não são ares, são asas.
Mas me diga, se emoções não tiverem asas, pra que tê-las,
asas e emoções?

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